Campo de São Bento
A área do Parque Prefeito Ferraz, nome oficial do Campo de São Bento, integrava um imenso território que, em meados do século XVII, pertenceu aos monges beneditinos. No início deste século, foi finalmente urbanizado, segundo projeto do engenheiro paisagista belga Arséne Puttemans, durante o governo do Prefeito João Pereira Ferraz.
A área do Parque Prefeito Ferraz, nome oficial do Campo de São Bento, integrava um imenso território que, em meados do século XVII, pertenceu aos monges beneditinos. No início deste século, foi finalmente urbanizado, segundo projeto do engenheiro paisagista belga Arséne Puttemans, durante o governo do Prefeito João Pereira Ferraz.
Principal área verde de Icaraí, situa-se no coração do bairro. Abriga um pequeno parque de diversões e, nos finais de semana, uma grande feira de artesanato. Nele, funcionam o Grupo Escolar Joaquim Távora, o Centro Cultural Paschoal Carlos Magno e o Jardim de Infância Júlia Cortines. Oferece inúmeras atrações, como retreta, encontros do Clube do Curió, exposições, lançamentos de livros, shows, cursos e apresentação de filmes e vídeos.
Local: Entre as Ruas: Lopes Trovão, Domingues de Sá, Gavião Peixoto e Av. Roberto Silveira.
Tel: (55 21) 2711-3266 (Fundação Parques e Jardins)
Funcionamento: Diariamente das 7h às 22h.
Tel: (55 21) 2711-3266 (Fundação Parques e Jardins)
Funcionamento: Diariamente das 7h às 22h.
Parque da Cidade
É uma área de preservação ambiental (APA) do município, localizado no alto do morro da Viração, numa altitude de 270 m, ocupando uma área de 149.388,90 m². Foi inaugurado em 1976. Possui um mirante com visão panorâmica das Lagunas, Praias Oceânicas, bairros de Niterói, Baía de Guanabara, em toda a sua extensão, e do mar aberto, até onde a vista consegue alcançar. Avista-se também a cidade do Rio de Janeiro com alguns de seus bairros e a Ponte Rio – Niterói.
É uma área de preservação ambiental (APA) do município, localizado no alto do morro da Viração, numa altitude de 270 m, ocupando uma área de 149.388,90 m². Foi inaugurado em 1976. Possui um mirante com visão panorâmica das Lagunas, Praias Oceânicas, bairros de Niterói, Baía de Guanabara, em toda a sua extensão, e do mar aberto, até onde a vista consegue alcançar. Avista-se também a cidade do Rio de Janeiro com alguns de seus bairros e a Ponte Rio – Niterói.
Sua vista panorâmica teve pontuação máxima no Guia Verde Michelin. O Parque conta com duas rampas para a prática de vôo livre, sendo muito frequentado pelos praticantes desse esporte.
Local: Estrada da Viração, s/n° – São Francisco
Tel: (55 21) 2610.3157 / 0800.282.77.55
Visitação: Diariamente das 9h às 18h.
Horário de verão (fechamento): 19h
Devido à sinuosidade da estrada de acesso, não há circulação de ônibus. O aceso é somente para carros de passeio e vans.
Tel: (55 21) 2610.3157 / 0800.282.77.55
Visitação: Diariamente das 9h às 18h.
Horário de verão (fechamento): 19h
Devido à sinuosidade da estrada de acesso, não há circulação de ônibus. O aceso é somente para carros de passeio e vans.
Parque Ecológico Darcy Ribeiro
Localizado entre o Engenho do Mato, Rio do Ouro, Pendotiba e a Serra do Cantagalo, o parque possui Mata Atlântica nativa, cachoeiras, lagos, grutas e cavernas. A caminhada dura, aproximadamente, 2h 30 min e, devido ao grau de dificuldade, recomenda-se o acompanhamento de um guia turístico credenciado. O acesso se faz pelo Bairro do Cantagalo, atrás do Cemitério Parque da Colina.Parque das Águas
O Parque Municipal Eduardo Travassos é também conhecido como Parque das Águas e homenageia seu idealizador, engenheiro Eduardo Travassos. A área revitalizada em parceria com a concessionária Águas de Niterói tem 32 mil metros quadrados e abriga o maior reservatório de água da cidade, com capacidade para 9 milhões de litros.
Localizado entre o Engenho do Mato, Rio do Ouro, Pendotiba e a Serra do Cantagalo, o parque possui Mata Atlântica nativa, cachoeiras, lagos, grutas e cavernas. A caminhada dura, aproximadamente, 2h 30 min e, devido ao grau de dificuldade, recomenda-se o acompanhamento de um guia turístico credenciado. O acesso se faz pelo Bairro do Cantagalo, atrás do Cemitério Parque da Colina.Parque das Águas
O Parque Municipal Eduardo Travassos é também conhecido como Parque das Águas e homenageia seu idealizador, engenheiro Eduardo Travassos. A área revitalizada em parceria com a concessionária Águas de Niterói tem 32 mil metros quadrados e abriga o maior reservatório de água da cidade, com capacidade para 9 milhões de litros.
Serra da Tiririca
Divisor de águas da bacia do sistema lagunar de Piratininga e Itaipu, é o limite natural entre os municípios de Niterói, São Gonçalo e Maricá, apresentando uma cobertura florestal de Mata Atlântica em boas condições. É uma área de preservação permanente. A população de orquídeas e a fauna nativa vêm sendo reduzidas pela coleta e caça predatória e pelas queimadas. Ainda são encontrados animais como paca, mico-estrela, tatu, além de um grande número de aves. Nas baixadas, onde as florestas continham madeiras valiosas como o vinhático e o pau-brasil, o desmatamento abriu espaço para a agricultura e a urbanização. Ainda podem ser encontradas nas matas dos morros da região, plantas importantes da flora de Mata Atlântica.
Divisor de águas da bacia do sistema lagunar de Piratininga e Itaipu, é o limite natural entre os municípios de Niterói, São Gonçalo e Maricá, apresentando uma cobertura florestal de Mata Atlântica em boas condições. É uma área de preservação permanente. A população de orquídeas e a fauna nativa vêm sendo reduzidas pela coleta e caça predatória e pelas queimadas. Ainda são encontrados animais como paca, mico-estrela, tatu, além de um grande número de aves. Nas baixadas, onde as florestas continham madeiras valiosas como o vinhático e o pau-brasil, o desmatamento abriu espaço para a agricultura e a urbanização. Ainda podem ser encontradas nas matas dos morros da região, plantas importantes da flora de Mata Atlântica.
Museus de Niterói
MAC
Projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer e construído no Mirante da Boa Viagem, local privilegiado, o Museu debruça-se sobre as águas da Baía de Guanabara e leva o olhar do visitante até o outro lado, onde estão o Corcovado e o Pão de Açúcar. Niemeyer afirma que, ao visitar o local, “imaginou o museu como qualquer coisa solta na paisagem, um pássaro branco a se lançar sobre o céu e o mar de Niterói”, o que demonstra um supremo respeito à paisagem.
Projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer e construído no Mirante da Boa Viagem, local privilegiado, o Museu debruça-se sobre as águas da Baía de Guanabara e leva o olhar do visitante até o outro lado, onde estão o Corcovado e o Pão de Açúcar. Niemeyer afirma que, ao visitar o local, “imaginou o museu como qualquer coisa solta na paisagem, um pássaro branco a se lançar sobre o céu e o mar de Niterói”, o que demonstra um supremo respeito à paisagem.
O Museu conta com a coleção de João Satamini, uma das mais importantes do país, com um acervo significativo de nossa arte, desde os anos 50. Tem sido considerado um referencial turístico mundial. É, certamente, mais um passo para tornar Niterói a Capital da Cultura Brasileira.
Foi inaugurado em 6 de setembro de 1996.
Local: Mirante da Boa Viagem, s/nº – Boa Viagem Tel.: 2620-2400 / 2620-2481
Visitação: 3ª feira a Domingo (10h/18h); 2ª feira: Fechado
Funcionamento do Espaço Expositivo de terça a domingo das 10h às 18h.
Funcionamento do Pátio de segunda a domingo das 9h às 18h.
Durante o horário de verão, aos sábados e domingos, o museu funcionará excepcionalmente até 19h.
Tarifário: adulto – R$ 4,00 / Estudantes: R$ 2,00 / 4ª feira – Grátis
A bilheteria encerra suas atividades 15 minutos antes.
Visitação: 3ª feira a Domingo (10h/18h); 2ª feira: Fechado
Funcionamento do Espaço Expositivo de terça a domingo das 10h às 18h.
Funcionamento do Pátio de segunda a domingo das 9h às 18h.
Durante o horário de verão, aos sábados e domingos, o museu funcionará excepcionalmente até 19h.
Tarifário: adulto – R$ 4,00 / Estudantes: R$ 2,00 / 4ª feira – Grátis
A bilheteria encerra suas atividades 15 minutos antes.
site: www.macniteroi.com.br
Museu Antônio Parreiras
Antônio Parreiras nasceu em Niterói em 20 de janeiro de 1860. Quando criança, iniciou e completou seu aprendizado em desenho na Academia Imperial de Belas Artes. Em 1888, transferiu-se para a Europa, fixando-se em Veneza, onde sofreu forte influência dos mestres do passado, em especial de Canalleto e Guardi.
Antônio Parreiras nasceu em Niterói em 20 de janeiro de 1860. Quando criança, iniciou e completou seu aprendizado em desenho na Academia Imperial de Belas Artes. Em 1888, transferiu-se para a Europa, fixando-se em Veneza, onde sofreu forte influência dos mestres do passado, em especial de Canalleto e Guardi.
Retornou ao Brasil, sendo nomeado professor interino da cadeira de Paisagem na Academia de Belas Artes. Jornalista e escritor, publicou suas memórias em 1926. Faleceu em 17 de outubro de 1937. Com a finalidade de preservar e divulgar sua obra, foi fundado o Museu Antônio Parreiras, com um acervo que reúne cerca de 600 peças ligadas às mais variadas tendências estéticas da arte nacional além de uma coleção estrangeira bastante significativa.
Instituído pelo Decreto Lei nº 219 de 24 de janeiro de 1941, o Museu foi inaugurado em 21 de janeiro de 1942, como o primeiro museu brasileiro dedicado a um só artista. Sua sede, antiga residência do pintor, construída em 1893, está situada em um parque arborizado de 5 km², formada por três prédios autônomos. A fachada principal da casa, de composição simétrica e janelas retangulares, apresenta relevo com efínge de Raphael Sanzio, pintor renascentista do século XVI. O Museu foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.
Local: Rua Tiradentes, 47 – Ingá Tel.: (21) 2717.1000
Visitação: 3ª a 6ª feira das 10h às 17h; Sábados, Domingos e Feriados das 13h às 17h. Entrada Franca.
Entrada Franca.
site: www.museusdoestado.rj.gov.br/cov
Visitação: 3ª a 6ª feira das 10h às 17h; Sábados, Domingos e Feriados das 13h às 17h. Entrada Franca.
Entrada Franca.
site: www.museusdoestado.rj.gov.br/cov
Museu da Imprensa
Rua Marques de Olinda, 29
Centro – Niterói
De seg. à sexta-feira das 10 às 17h.
Rua Marques de Olinda, 29
Centro – Niterói
De seg. à sexta-feira das 10 às 17h.
Museu da Arte Sacra
Situado no salão Nobre da Igreja Nossa Senhora da Conceição, funciona em horário experimental, no primeiro domingo de cada mês. Possui rico acervo de valor histórico e religioso, como uma Pia Batismal em mármore do século XVIII, pratarias do século XIX, imagens de arte imaginária dos santos esculpidas em madeira do século XIX, entre outros. A peça de maior importância é um Relicário do século XVIII, com fragmentos da Cruz de Cristo, o que contempla a cidade de Niterói com grande louvor. Na Sexta-Feira da Paixão, o Relicário sai para veneração.
Situado no salão Nobre da Igreja Nossa Senhora da Conceição, funciona em horário experimental, no primeiro domingo de cada mês. Possui rico acervo de valor histórico e religioso, como uma Pia Batismal em mármore do século XVIII, pratarias do século XIX, imagens de arte imaginária dos santos esculpidas em madeira do século XIX, entre outros. A peça de maior importância é um Relicário do século XVIII, com fragmentos da Cruz de Cristo, o que contempla a cidade de Niterói com grande louvor. Na Sexta-Feira da Paixão, o Relicário sai para veneração.
Igreja de Nossa Senhora da Conceição
Rua da Conceição, 216 – Centro Tel: 2717.0154
Visitação: 1° Domingo do mês (9h/11h)
Entrada Franca
Rua da Conceição, 216 – Centro Tel: 2717.0154
Visitação: 1° Domingo do mês (9h/11h)
Entrada Franca
Museu do Ingá
Construída por volta de 1860, pelo médico José Martins Rocha, a casa é vendida ao industrial português José Francisco Correia – Visconde de Sande e depois Conde de Agrolongo (Títulos recebidos em Portugal).
Construída por volta de 1860, pelo médico José Martins Rocha, a casa é vendida ao industrial português José Francisco Correia – Visconde de Sande e depois Conde de Agrolongo (Títulos recebidos em Portugal).
Em 1903, o Conde retira-se para Portugal e põe a residência a leilão com todos os seus pertences, não aparecendo comprador. Pela mesma época, a Capital era transferida de Petrópolis para Niterói. O Governador Nilo Peçanha resolveu adquirir o palacete para sede do governo, consumando-se a venda em 1904. Durante os anos seguintes, teve o Palácio 43 ocupantes entre governadores interinos e interventores federais.
Com a fusão, o Palácio perdeu sua finalidade. O 1º Governador da Fusão, Vice-Almirante Faria Lima, criou a Fundação Estadual de Museus do Rio de Janeiro, sendo o Palácio Nilo Peçanha utilizado para a implantação do Museu de Artes e Tradições Populares, inaugurado em 18 de Março de 1976, e do Museu Histórico do Estado do Rio de Janeiro, inaugurado em 23 de Março de 1977. Funcionaram como unidades administrativas independentes, embora ocupando o mesmo espaço. Porém, em 1991, através de decreto, passaram a constituir uma única unidade, denominada Museu de História e Arte do Estado do Rio de Janeiro.
O acervo é constituído de, aproximadamente, 4.800 peças entre mobiliário, porcelana, acessórios de indumentária, cristais, esculturas, fotografias e numismática. Possui cessão de uso da Pinacoteca Lucílio de Albuquerque com cerca de 120 obras e de diversos artistas como Iberê Camargo, Navarro da Costa, Ângelo Bertoni, Antônio Parreiras, Jordão de Oliveira Nunes, August Petit, Francisco Pons Arnau, Georgina de Albuquerque, Dakir Parreiras e Quirino Campofiorito. Entre as variadas expressões de cultura popular, destacam-se peças de indumentária e complementos de folguedos e danças folclóricas, artesanato fluminense e de outros estados, instrumentos de trabalho doméstico e rural, objetos afro-brasileiros, objetos representativos de festas populares, adornos e utensílios domésticos, brinquedos, ex-votos, literatura de cordel, artesanato indígena etc.
Dentre esse acervo, destacam-se peças de Mestre Vitalino, Zé Caboclo, Carrancas do Guarani e esculturas de Mudinho.
Local: Rua Presidente Pedreira, 78 – Ingá Tels.:(55 21) 2717.2893/2717.2790
Visitação: 3ª a 6ª feira das 11 h às 17h) e aos sábados, domingos e feriados das 15h às 17h), com entrada franca.
Visitação: 3ª a 6ª feira das 11 h às 17h) e aos sábados, domingos e feriados das 15h às 17h), com entrada franca.
Museu de Arqueologia de Itaipu
O Museu de Arqueologia de Itaipu tem como objetivo principal o desenvolvimento de um programa educativo-cultural voltado para as escolas e a comunidade local, através da divulgação de material arqueológico pré-histórico. Seu acervo é composto por objetos testemunhos dos povos que viveram na região antes de 1500 e traduzem elementos de sua cultura material. São machados de pedra, pontas de ossos, lascas de quartzo com variadas funções, polidores, peças cerâmicas e conchas provenientes dos sítios arqueológicos do litoral fluminense. Boa parte dessa coleção foi doada ao Museu pelo antigo agente federal de fiscalização de pesca e arqueólogo amador, Hildo de Mello Ribeiro, que viveu em Itaipu por cerca de 20 anos.
O Museu de Arqueologia de Itaipu tem como objetivo principal o desenvolvimento de um programa educativo-cultural voltado para as escolas e a comunidade local, através da divulgação de material arqueológico pré-histórico. Seu acervo é composto por objetos testemunhos dos povos que viveram na região antes de 1500 e traduzem elementos de sua cultura material. São machados de pedra, pontas de ossos, lascas de quartzo com variadas funções, polidores, peças cerâmicas e conchas provenientes dos sítios arqueológicos do litoral fluminense. Boa parte dessa coleção foi doada ao Museu pelo antigo agente federal de fiscalização de pesca e arqueólogo amador, Hildo de Mello Ribeiro, que viveu em Itaipu por cerca de 20 anos.
Aberto ao público pela primeira vez, em 1977, o Museu dispõe de sala para exposição de material arqueológico e espaço para exposições temporárias e eventos na antiga Capelinha do Recolhimento. As visitas guiadas, dirigidas em especial a estudantes do pré-escolar e do 1º grau, devem ser marcadas com antecedência na secretaria do Museu.
Praça de Itaipu, s/n
Itaipu – Niterói
Tel.: 3701.2994 / 3701.2966
e-mail: mai@iphan.gov.br
site: www.museus.gov.br
Visitação: de terça a sexta de 10h às 17h. Sábados, domingos e feriados de 13h às 17h. Visitas orientadas: de segunda a sexta de 9h às 17h.
Ingresso: R$ 2,00 (Estudantes pagam meia entrada.)
Itaipu – Niterói
Tel.: 3701.2994 / 3701.2966
e-mail: mai@iphan.gov.br
site: www.museus.gov.br
Visitação: de terça a sexta de 10h às 17h. Sábados, domingos e feriados de 13h às 17h. Visitas orientadas: de segunda a sexta de 9h às 17h.
Ingresso: R$ 2,00 (Estudantes pagam meia entrada.)
Solar do Jambeiro
Foi construído em 1872 pelo português Bento Joaquim Alves Pereira, que, no entanto, nunca residiu nele. Em 1892, foi vendido ao diplomata dinamarquês Georg Christian Bartholdy após ter servido de residência ao médico Julio de Magalhães Calvet e ao pintor Antônio Parreiras.
Foi construído em 1872 pelo português Bento Joaquim Alves Pereira, que, no entanto, nunca residiu nele. Em 1892, foi vendido ao diplomata dinamarquês Georg Christian Bartholdy após ter servido de residência ao médico Julio de Magalhães Calvet e ao pintor Antônio Parreiras.
De acordo com descrição técnica do SPHAN, o sobrado apresenta fachadas totalmente revestidas de azulejos portugueses de padrão e beirais constituídos por telhões de louça. Ao centro da fachada principal, no térreo, uma varanda-pórtico com estrutura de ferro fundido e lambrequins documenta a presença de elementos da Revolução Industrial. As janelas em folhas de vidro e postigos interiores apresentam bandeiras, também em vidro, com desenhos de taça da qual saem curvas caprichosas. Os azulejos desse prédio constituem um dos mais importantes conjuntos de azulejos do século XIX existentes no Brasil.
O salão Rosa, com seu teto representando as estações do ano, é tido como um dos mais bonitos existentes em casas particulares do Brasil.
Local: Rua Presidente Domiciano, 195 – São Domingos
Tels.: 2109.2222 / 2109.2223
Visitação: 3ª a 6ª feira (13h/18h) e sábados e domingos (10h/18h).
Ingresso: R$ 4,00. (Estudantes da rede pública pagam meia entrada.).
As 4ª feiras, entrada franca.
www.solardojambeiro.com.br
Tels.: 2109.2222 / 2109.2223
Visitação: 3ª a 6ª feira (13h/18h) e sábados e domingos (10h/18h).
Ingresso: R$ 4,00. (Estudantes da rede pública pagam meia entrada.).
As 4ª feiras, entrada franca.
www.solardojambeiro.com.br
Casa de Oliveira Vianna
Ali viveu Francisco José de Oliveira Vianna, um dos maiores nomes da sociologia nacional, nascido em 1883 e falecido em 1951. No mesmo ano de sua morte, o então Deputado Estadual João Batista de Vasconcelos Torres apresentou projeto autorizando o governo a desapropriar o imóvel (construído em 1911) com todos os pertences para nele instalar um museu e centro de estudos.
Ali viveu Francisco José de Oliveira Vianna, um dos maiores nomes da sociologia nacional, nascido em 1883 e falecido em 1951. No mesmo ano de sua morte, o então Deputado Estadual João Batista de Vasconcelos Torres apresentou projeto autorizando o governo a desapropriar o imóvel (construído em 1911) com todos os pertences para nele instalar um museu e centro de estudos.
O governador Miguel Couto Filho sancionou-o em 1955. Em 1979, foi reformado e reaberto. Sua biblioteca, especializada em Sociologia, História, Política e Economia, conta com acervo de 15 mil. Móveis, louças, cristais e quadros servem de atrativos aos pesquisadores e visitantes.
Local: Alameda São Boaventura, 41 – Fonseca
Tel: (55 21) 3601.8220
Funcionamento: segunda a sexta, das 10h às 17h.
Entrada franca – Visita mediada para escolas, associações e grupos em geral, sob agendamento prévio.
Tel: (55 21) 3601.8220
Funcionamento: segunda a sexta, das 10h às 17h.
Entrada franca – Visita mediada para escolas, associações e grupos em geral, sob agendamento prévio.


